Lipoma: o que é, causas, sintomas, diagnóstico e tratamento.

Com incidência estimada de 10% e prevalência em 2,1 por 1.000 pessoas, tratam-se de tumores cutâneos benignos constituídos de células de gorduras maduras que se apresentam mais frequentemente nas regiões subcutânea e subdérmica.

 

Conhecidos também, por algumas pessoas, como “bolinhas de gorduras” pelas suas formas arredondadas, podem aparecer em qualquer região do corpo, mas, predominantemente, surgem no tronco, ombros, na região posterior do pescoço e axilas. Em geral, medem não mais que 2 ou 3 cm, embora alguns possam aumentar bastante de tamanho e cheguem a atingir mais de 10 cm de diâmetro. Apesar de ser menos comum, também é possível incidir em tecidos mais profundos, como músculos, nervos, órgãos internos e cavidade abdominal.

CAUSAS

As causas para o surgimento do lipoma são deconhecidas, mas ao que tudo indica, componentes genéticos estão envolvidos em seu desenvolvimento, uma vez que é comum a condição acometer pessoas da mesma família.

 

Alguns casos de lipoma parecem surgir após um trauma local, mas essa relação ainda não foi comprovada.

 

A ocorrência de lipomas também está associada a algumas doenças raras, tais como: adipose dolorosa (doença de Dercum), doença de Madelung, síndrome de Cowden ou síndrome de Gardner. Nesses casos é comum o paciente ter vários lipomas pelo corpo.

 

 

SINTOMAS

São raros em crianças e geralmente surgem na faixa etária de 40 a 60 anos.

Apresentam-se como massas de crescimento lento sem sintomas de dor.

 

 

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico deve ser feito por um médico especialista, geralmente um oncologista ou dermatologista e, em um primeiro momento é clínico, por meio do apalpamento da massa gordurosa. No entanto, se a massa for dura, dolorosa e pouco móvel, o médico pode solicitar uma ultrassonografia, ressonância ou biópsia da lesão para confirmar o tipo de tumor e o diagnóstico diferencial com cistos sebáceos e algumas neoplasias das partes moles. A principal preocupação no diagnóstico é excluir a presença do lipossarcoma, tumor maligno do tecido adiposo.

 

 

TRATAMENTO

Na maioria das vezes, o tratamento é expectante, não sendo necessário a sua ressecção.

 

As indicações da sua retirada são dependentes da sua morfologia , heterogeneidade às imagens , sintomas compressivos vasculares e neurológicos , e por questões estéticas. Sendo assim , nos raros casos em que o lipoma cresce demais, dói ou se localizado em pontos esteticamente indesejáveis, como na face, por exemplo, a cirurgia para remoção do tumor é uma opção.

 

O procedimento costuma ser simples e rápido, e do ponto de vista oncológico de excelente prognóstico , sendo de natureza benigna , não havendo necessidade de quimioterapia e radioterapia.

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