Epicondilite lateral ou cotovelo do tenista: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento.

Apesar de ser conhecida também como “cotovelo do tenista”, a epicondilite lateral não é um problema limitado a quem pratica esse esporte. Trata-se de uma inflamação dos tendões que unem os músculos do antebraço do lado de fora do cotovelo, comum a quem realiza movimentos repetitivos com o punho e os dedos.

CAUSAS

Os músculos que fazem a extensão do punho e dos dedos têm origem na parte lateral do cotovelo, em uma proeminência óssea chamada epicôndilo lateral. Diversos músculos extensores são originados nessa região e quando o punho está virado para cima, estendido, esses músculos contraem-se, gerando tensão em sua origem. Quando ocorre sobrecarga e desgaste dessa região, pode ocorrer fissuras no tendão, dando início a uma processo inflamatório.

• Sobrecarga da musculatura extensora do cotovelo: dano no músculo extensor radial curto. Geralmente devido ao uso excessivo do músculo em atividades repetitivas de segurar objetos com força, tais como atividades de encanador, pintor, mecânico de autos, tênis e golfe;

• Trauma: Embora menos comum, um golpe direto no cotovelo pode resultar em inchaço do tendão que pode levar à degeneração. Isso pode tornar o cotovelo mais suscetível a uma lesão por uso excessivo.

SINTOMAS

Os sintomas da doença surgem de forma gradual ao longo de semanas ou meses.

   - Dor no cotovelo com piora gradual: mais especificamente localizada na parte externa quando a mão está virada para cima. A dor surge ou piora ao abrir a porta, pentear o cabelo, digitar, com um aperto de mão, podendo irradiar para o antebraço.

   - Fraqueza: Diminuição da força no braço ou punho, sendo difícil segurar objetos;

   - Rigidez muscular: dificultando o movimento;

 

 

DIAGNÓSTICO

Deve ser feito por ortopedistas, preferencialmente especialistas em ombro e cotovelo, com base no histórico clínico do paciente e exames (físico e clínico). O raio-x ou a ultrassonografia, por exemplo, pode ajudar o médico a excluir outras causas dos sintomas, como a artrite ou fratura.

 

TRATAMENTO

A escolha do tratamento consiste primeiramente em identificar a origem dos sintomas e, para tratar a doença, o médico trabalha em duas frentes:

  1. Diminuir a dor e o desconforto do paciente.

  2. Reduzir a sobrecarga nas atividades que originaram o problema ou podem piorá-lo.

Pode durar de oito semanas à alguns meses e incluir:

  • Modificação da atividade física: repouso ou diminuição da atividade que causa a condição.

  • Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios.

  • Uso de uma fita adesiva no antebraço: para restringir o movimento dos músculos e tendões afetados.

  • Fisioterapia: exercícios de alongamento, fortalecimento, ultrassom, laser, ondas de choque para aliviar a dor.

Existe ainda o tratamento cirúrgico, indicado somente quando a dor é incapacitante e a doença não responde a outros tratamentos. Ele envolve a remoção da parte do tendão doente ou degenerado.

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